LABIRINTO- BARCELONA: um encontro com você mesmo

Queridos leitores/amigos do blog Olhos de Horus,
é com muita alegria que compartilho mais uma vez com vocês o trabalho da minha amiga/irmã Helena Gerenstadt. Vale a pena fazer a vivencia do labirinto.
Quantos medos temos que são difíceis de enfrentar, e quanta é a vontade de desfazer-nos daquilo que nos atormenta tanto. Assim como a figura do mito grego Teseu,podemos entrar em nosso labirinto interior e assim poder ter claro, fazer consciente o que nos bloqueia em diferentes situações.
Helena transforma-se na Ariadne do mito grego, e nos ajuda com os fios da sua energia, da sua espiritualidade, a enfrentar “nossa fera interior”, mostrando-nos caminhos para chegar até o nosso centro, até nosso eixo, e assim poder equilibra-lo.
O labirinto espera por você, alí poderá encontrar as saidas, as alternativas, e o melhor de tudo: a você mesmo!
Abraços
Mirta Herrera Camerini

OS ENCANTOS DE BARCELONA E SEU ENTÔRNO COM HELENA GERENSTADT

 

VIVÊNCIA DO “LABIRINTO EM BARCELONA”

 

28 de Maio à 07 de Junho de 2012

 

A proposta da Viagem a Barcelona é sermos mais que viajantes, que a partir da sensibilização, do cuidado amoroso de minha pessoa para com o grupo, possamos despertar ao peregrino moderno, um novo olhar para toda a estrutura fantástica que a cidade proporciona, através de suas construções, sua arquitetura, seu planejamento e tradições. Essa sensibilização progressiva, muitas vezes esquecida, nos fornece a “renovação interior”. A Viagem é uma pequena aventura, mas o valor autentico dela é sua capacidade de transformação. O Caminho Iniciático necessita de uma série de conhecimentos para aumentar nossa intuição. O Conhecimento é completamente diferente do “saber”.


PROGRAMA:

 

28 DE MAIO – (2ª FEIRA) – SÃO PAULO / BARCELONA

Comparecimento ao aeroporto internacional de São Paulo / Guarulhos as 23.00 hr,para embarque com destino a Barcelona – vôo SQ 067 da Cia. Aérea Singapore Airlines. Horário previsto de saída a 01h45 -> do dia 29

 

29 DE MAIO – (3ª FEIRA) – BARCELONA

Chegada as 17.35 hr. Recepção e traslado ao Hotel Derby de categoria 4*,www.derbyhotels.com ou similar. Acomodação e pernoite.

 

30 DE MAIO – (4ª FEIRA) – BARCELONA

Café da manhã no hotel e saída para realizar city tour panorâmico: Praça Catalunya, Catedral de Barcelona e seus claustros (Santa Cruz e Santa Eulalia), visita ao Bairro Gótico, Praça Saint Jaume, Vila Olímpica, Estádio Olímpico, Torre de Calatrava e a Sagrada Família. Tarde Livre e pernoite.  

31 DE MAIO – (5ª FEIRA) – BARCELONA / MONTE SERRAT / TARRAGONA / STIGES

Café da manhã no hotel. Saída apara o Monastério de  Montserrat, (subida de trem). Visita ao Monastério com a imagem de Nossa Senhora de Montserrat, sua peça principal. As formações rochosas que envolvem o mosteiro são impares.  A trilha para a Santa Cova é linda, é bastante íngreme, mas bem calçada, onde se poderão admirar as 15 estações dos mistérios do rosário, finalmente chega-se a pequenina Capela, onde ocorreu a aparição da Virgem de Montserrat. À continuação visita à cidade de Tarragona, tempo para almoço (não incluído) e visita a cidade que pertence a Costa Brava – Tarragona, uma cidade situada ao norte da Península Ibérica, foi construída em uma colina de 82 metros que  funciona como um “forte natural” ao lado do mar mediterrâneo, com suas águas tranqüilas e azuis. Com uma grande quantidade de patrimônio artístico e arquitetônico, foi declarada patrimônio mundial pela UNESCO, o que faz da cidade um ponto bastante procurados por turistas. Tem 2.000 anos esta cidade, e durante um curto período, foi capital do Império Romano. De retorno a Barcelona, passando pela cidade Sitges, praia histórica, localizada a 30 km de Barcelona, é considerada a Saint Tropez de Espanha. Tempo livre para visita e fotos e continuação até Barcelona, chegada, e pernoite. 

01  DE JUNHO – (6ª FEIRA) – BARCELONA / GIRONA /OLOT / BARCELONA

Café da manhã no hotel e saída para a cidade de GIRONA, que fica a norte de Barcelona e é a maior cidade da Costa Brava. Com inúmeros atrativos, a parte medieval da cidade, mais elevada, é maravilhosa. As suas ruas estreitas, que sobem a partir do rio Onyar, que atravessa a cidade dividindo-a ao meio, de um lado a zona nova, do outro a velha, ligadas por várias pontes.  Em tempos passados, Girona fez parte da Via Augusta, antiga via romana que ligava Roma a Cádiz. A cidade foi fundada pelos romanos e, ainda hoje, na zona antiga, há ruas que fizeram parte desta antiga estrada, como por exemplo Carrer de la Forza. Mais tarde esteve sob o domínio dos mouros e depois do de Napoleão. A melhor forma de explorar a parte velha da cidade é a pé. Nesta cidade medieval podemos facilmente perder-nos horas infindáveis nas suas ruelas estreitas, becos íngremes e casas antigas, tempo para almoço (não incluso) e saida em direção à cidade de OLOT, uma cidade localizada a 400 metros de altitude em uma região vulcanica, onde se encontram 4 vulcões, com arquitetura modernista, suas ruas e avenidas são arborizadas, porém se encontra outros estilos de arquitetura em construções como O Mosteiro de Carmen do século XVII e a Igreja de San Esteve do Seculo XVIII. A localidade conta com espaços naturais como o Jardim botanico, o Greenways ou o Parque Tosca. Retorno a Barcelona e pernoite. 

02 DE JUNHO – (SABADO) BARCELONA / TOSSA DE MAR / PARAFRUGELL/ ROSES / CADAQUES.

Café da manhã no hotel e saida até Tossa de Mar, que é um dos destinos preferenciais da Costa Brava. No que se refere às suas praias de areia dourada, com atividades náuticas que são o seu principal patrimônio, sendo por essa razão que muita gente escolhe esta zona para gozar as suas ferias, continuação até Parafrugell. Esta cidade era fortificada. Atualmente suas ruas estreitas contêm uma grande praça com bares, restaurantes e boutiques. O governo local patrocina atividades como concertos e danças tradicionais, incluindo a Sardana . A Igreja St. Martí foi construída no final do século 11 e está próxima da Praça Nova. Tempo para admirar essa localidade e a continuação até Cadaques, passando por Roses, com exuberantes praias, ainda na Costa Brava, com águas cristalinas. Chegada à Cadaques, em um dos lugares com mais encantadores da Costa Brava. Ainda, poderá ser visitado o Museu e galerias – casa Museu Salvador Dali. No final da tarde retorno a Barcelona, e pernoite.

03 DE JUNHO – ( DOMINGO) – BARCELONA

Café da manhã no Hotel. Dia inteiramente livre para os passeios. Uma boa maneira de começar é dando um passeio a pé pelo centro. Pode-se começar pela Plaza Catalunya, uma das praças mais famosas da cidade e ponto de encontro para barceloneses e turistas. Depois pode-se seguir pelas Ramblas, um grande passeio de pedestres que tem duas faixas de carros bem estreitas ao lado, e onde se encontram a maioria dos artistas de rua da cidade. Aqui se encontram desde estátuas vivas à vendedores de flores e Sempre cheia de gente, as Ramblas são um bom local para comprar souvenires também. Durante o passeio passará por locais como o  Mercado de la Boqueria, famoso mercado onde se pode encontrar de tudo um pouco; o Teatro Liceu, um dos mais renomados da cidade; e  a Plaza Real. Outro local de interesse é a Basílica Santa Maria del Mar, localizada no Born, bairro boêmio da cidade. O Born sem dúvida é um dos lugares mais agradáveis de Barcelona e aproveitar para conhecer a Basílica, que está aberta de 09:00 a 13:30 e de 16:30 a 20:30. Retorno ao hotel e pernoite 

04 DE JUNHO – (2ª FEIRA ) -  BARCELONA

Café da manhã no hotel e saída para visitar o Parque Güell que é um reflexo da plenitude artística de Gaudí: o arquiteto aperfeiçoou o estilo pessoal, inspirando-se nas formas orgânicas da natureza, pondo em prática uma série de novas soluções estruturais originadas nas suas análises. A isso acrescentou uma grande liberdade criativa e uma imaginativa criação ornamental, despregou Gaudí todo o seu gênio arquitetônico, e pôs em prática muitas das suas inovadoras soluções estruturais que serão emblemáticas do seu estilo organicista e que culminarão na Sagrada Familia, em seguida visitaremos a Montanha de Montjuic em 1607, foi aberto o primeiro caminho para o topo e, em 1640, durante a Guerra dos Segadors, foi ali construída uma fortaleza para ajudar a resistir às tropas de Filipe IV . Nos últimos séculos, Montjuïc tem sido o parque mais popular da cidade, tanto para passar um dia ao ar livre como para colher plantas medicinais e aromáticas. Mais recentemente, foram ali construídas instalações desportivas para os Jogos Olímpicos de 1992, que atraem multidões de visitantes. – visita-se também ao Palacio de Jordi. Em seguida sairemos para conhecer a outra montanha de Barcelona,  Tibidabo, onde  encontram-se a Igreja do Sagrado Coração, visível de toda a cidade, o Parque de atrações de Tibidabo e a Torre de Collserola, antena de telecomunicações que dispõe de um mirador.

Em  seguida visita o Labirinto, mais antigo da cidade localizado no Parc Del Laberint de Horta, mágico e misterioso, aos pés da montanha Collserola e longe dos ruidos do mundo Retorno ao hotel e Pernoite.

Parque do Laberinto de Horta é o jardim mais antigo de Barcelona, estando situado ao norte da cidade e perto de Collserola. O parque foi projetado no final do séc. XVIII e segue um estilo formal, com toques tanto do Neoclassicismo como doRomantismo. O jardim está estruturado em vários níveis, com pracinhas, parterres e um canal. O nível mais surpreendente é o inferior, onde poderá encontrar um labirinto vegetal formado por 750 metros de ciprestes recortados, de onde o nome do parque se originou. No jardim também são dignos de menção a riqueza de detalhes, as pequenas esculturas e os jogos de água espalhados por mais de nove hectares de terreno. O Labirinto de Barcelona, que foi cenário para as filmagens de “O Perfume”, sedia também o encontro de dois dos mais conhecidos mitos gregos. A história de Dédalo é a própria história do labirinto, construído por ele para encerrar o Minotauro e que acaba sendo sua própria prisão quando ele trai o rei Minos e ajuda Teseu a derrotar a fera. Uma história tão intrincada de caminhos e descaminhos como o próprio labirinto, do qual Dédalo só se liberta quando constrói para si um par de asas. Quem chega ao coração do Labirinto de Barcelona encontra ali outro grande mito grego, forjador de identidades milênios a fio. 

05 DE JUNHO – ( 3ª FEIRA) – BARCELONA

Café da manhã no hotel. Dia inteiramente livre, com muitas opções oferecidas por Barcelona, como passeios, museus (Museu de Arte Contemporanea, Museu da História de Barcelona,Museu Pacasso etc)… , gastronomia, compras, passeios à parques, ao Bairro Exaimple, Les Corts, Porto Olimpico, e pernoite.

 

06 DE JUNHO – (4ª FEIRA) BARCELONA

Café da manhã no hotel. Dia livre para atividades pessoais, com opções de novos passeios. 

07 DE JUNHO – (5ª FEIRA )  BARCELONA / SÃO PAULO

Café da manhã no hotel e traslado ao aeroporto para embarque com destino a Guarulhos/SP – vôo SQ 068, com horário previsto de saída as 09h40 – Desembarque no aeroporto internacional de São Paulo / Guarulhos as 15h55. 

PREÇO POR PESSOA EM APTO DUPLO OU TRIPLO = US$ 3.426.00 + US$ 145.00 DE TAXAS DE EMBARQUE (APROXIMADAMENTE)

SUPLEMENTO PARA APTO INDIVIDUAL  (SGL) = US$ 1.174.00

FORMA PARA PAGAMENTO: PARA QUEM INICIAR PAGAMENTO EM JANEIRO / 2011 – SERÃO 08 X SEM JUROS (01+07) . À PARTIR DE FEVEREIRO DE 2012 – MUDA-SE A POTILICA DE PAGAMENTO  SERÃO 25% DE ENTRADA – PAGAMENTO CASH (DINHEIRO OU DEPOSITO BANCARIO) E O SALDO EM 04 X SEM JUROS COM CHEQUES PREDATADOS – MARÇO 25% DE ENTRADA CASH E O SALDO EM 03 X SEM JUROS – A PARTIR DE ABRIL 2012 – SOMENTE A VISTA

COM CARTÕES DE CRÉDITO INTERNACIONAIS VISA OU MASTERCARD – ATÉ DEZEMBRO = 06 X IGUAIS – A PARTIR DE JANEIRO ATÉ MARÇO – ENTRADA DE 25% E O SALDO EM 02 X SEM JUROS.

A VISTA 6% DE DESCONTO (PAGAMENTO CASH / DINHEIRO/CHEQUE OU DEPÓSITO BANCARIO)

 

O PACOTE INCLUI:

Bilhete aéreo no trecho: da Cia. Aérea Singapore Airlines

Traslado de chegada em Barcelona (aeroporto / hotel)

09 noites de hospedagem com café da manhã no Hotel Derby 4* ou similar + taxas hoteleiras.

City tour panorâmico por Barcelona

Passeio de dia inteiro a MONTESERRAT – TARRAGONA – SITGES.

Passeio de dia inteiro a TOSSAR MAR – PARAFRUGELL- ROSES – CADAQUES

Passeio a GIRONA E OLOT

Passeio ao PARQUE GUELL – MONTJUIC – TIBIDABO e labirinto com ingresso

Traslado de saída em Barcelona (Hotel / aeroporto)

Seguro Viagem Internacional para passageiros  com até 70 anos de idade, acima de 70 até 80 anos – acréscimo de US$ 29.00 – superior a 80 anos – favor nos consultar. 

O PACOTE NÃO INCLUI:

(Extras de caráter pessoal, como: Lavanderia, Telefonemas, Frigobar)

Gorjetas a maleteiros, guia e motoristas.

Qualquer outro item que não sejam os inclusos.

 

ATENÇÃO:

VERIFIQUEM A VALIDADE DE SEUS PASSAPORTES -> VALIDADE MINIMA 06 MESES DO RETORNO DA OU SEJA, PASSAPORTES COM VALIDADE ATÉ 05 DE NOVEMBRO / 2012.

AGENCIA RESPONSÁVEL: ABBATOUR -http://www.abbatour.com.br/ 

Tel             (11) 3258-1100      

  

HELENA GERENSTADT, é historiadora, pesquisadora, e atua como terapeuta holística. Publicou os livros: Avalon e o Graal e outros Mistérios Arturianos da Editora Madras, Cuidados Naturais para a Beleza e a Saúde da Editora Best Sellers e o mais recente, lançado na Bienal de 2010, O Jogo da Oca, o labirinto, jogo da provêm da Idade Média, principalmente do norte de Espanha e sul da França, repleto de simbologia templária. Já residiu em Israel, em Espanha, onde iniciou seus estudos de História. A partir da Busca, por meio de pesquisas e estudos, mergulhou nos estudos dos Essenios, do Cristianismo Primitivo, dos Egipcios, das lendas do Rei Arthur e do Santo Graal, e na mitologia dos templários.

A experiência adquirida em estudos e cursos, deu-lhe o embasamento prático para enriquecer dos cursos e palestras que ministra.

 

Em 2010 conduziu um grupo à Paris, através da geometria sagrada, das construções, entendendo a dualidade da Vida, além do grupo efetuar o percorrido do Labirinto da Catedral de Chartres; andar em um labirinto, com o “fio de Ariadne”. Entrar em um local de poder, repleto de energia, e conseguir sair. Em Setyembro de 2011 participou de um Cruzeiro pelo Rio Nilo no Egito para vivencias espirituais nos locais sagrados.

Helena Gerenstadt : www.agarta.com.br

 

Túmulo de cantora de Amon-Rá é encontrado no Egito De madeira e pintado de preto, o túmulo traz escrituras em hieróglifo com o nome de Ni Hems Bastet

Túmulo de cantora do deus Amon-Rá, encontrado no vale dos Reis, na margem ocidental do Nilo – 15/01/2012 (Supremo Conselho de Antiguidades do Egito/AFP)

Uma equipe de arqueólogos suíços descobriu o túmulo de uma cantora do deus Amon-Rá, da 22ª dinastia (712-945 a.C.), no vale dos Reis na cidade de Luxor, a 600 quilômetros do Cairo. O Ministério de Estado para as Antiguidades do Egito anunciou neste domingo que os arqueólogos encontraram o sarcófago durante os trabalhos de limpeza de um corredor que leva ao túmulo de um faraó Tutmósis III (1490-1436 a.C.).

No corredor de Luxor, os especialistas encontram um poço que dá acesso a uma sala de sepultamento, onde a equipe suíça achou o sarcófago da cantora, conforme comunicado divulgado pelo Ministério. O túmulo, de madeira e pintado de preto, tem escrituras em hieróglifo, que incluem o nome da artista Ni Hems Bastet. Os arqueólogos acharam ainda, perto do túmulo do faraó, um muro onde o nome da cantora também aparece inscrito.

A importância dessa descoberta, de acordo com as autoridades egípcias, é provar que no vale dos Reis, na margem ocidental do Nilo, que há sepulturas de outras personalidades da época da 22ª dinastia, além dos faraós.

(Com agência EFE) noticia publicada no dia de hoje 15 de janeiro http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/tumulo-de-cantora-do-deus-amon-ra-e-descoberto-proximo-ao-cairo

2012 VEM AÍ! A NASA REBATE TEORIAS

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As pessoas podem dormir tranquilamente na noite entre 20 e 21 de novembro de 2012, garante a Nasa, a Agência Espacial Norte-Americana. Apesar da polêmica em torno da data, o mundo não corre o risco de acabar. O prognóstico do fim do mundo é atribuído ao calendário maia, que se encerra no dia 21 de dezembro de 2012. Entretanto, o astrônomo Don Yeomans, gerente do programa NEO de Objetos Próximos à Terra, da Nasa, questiona os rumores sobre este acontecimento. “O que há de tão especial sobre 21 de dezembro do ano que vem?” Pergunta Yeomans. “Muitas pessoas pensam que é o fim do calendário maia e que uma catástrofe ocorrerá. Mas além da data marcar o inicio do solstício de inverno, instante que marca o começo do Inverno no Hemisfério Norte, nada de mais interessante irá acontecer”. Os defensores da teoria afirmam que uma estranha série de eventos terríveis está convergindo para causar a destruição da humanidade naquele dia. Mas o astrônomo da Nasa rebate essas ideias usando conhecimento científico para mostrar que tudo não passa de mentira. Nas próximas páginas as razões apresentadas por Yeomans para rejeitar essas profecias apocalípticas.

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Os Maias

O antigo calendário maia era um sistema distinto de medir o tempo. Além do ano, os maias mediam períodos mais longos, assim como o nosso calendário divide o tempo em décadas, séculos e milênios. A contagem do calendário maia mais curto era de 52 anos, enquanto a contagem do calendário mais longo era de 5125 anos. Grande parte da polêmica sobre o fim do mundo se deve a este calendário de longa duração chegar ao fim em 21 de dezembro de 2012. No entanto, isto não significa que uma catástrofe ira acontecer. Segundo Yeomans, a data indica apenas o fim de um calendário e o inicio de outro. “Os maias nunca previram que o fim do mundo ocorreria nesse dia. Seria como dizer que o fim dos tempos será em 31 de dezembro porque a data marca o fim do calendário gregoriano”. O final de ciclos do calendário maia significa “finais de período” e pode ser interpretado de diferentes formas. Enquanto existem aqueles que acreditam que 21 de dezembro de 2012 trará uma nova era de iluminação, muitos outros temem uma catástrofe. “Procurei pela frase ‘desastres 2012′ no Google e sabe quantos resultados encontrei? 35 milhões”, afirma Yeomans. “Muitas pessoas estão preocupadas com esta data, mas não existe razões para pânico”.

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Morte pelo Planeta X

“Umas das teorias mais famosas diz que o Sol vai se alinhar com o centro da Via Láctea em 21 de dezembro. No entanto, o Sol faz isso rotineiramente duas vezes por ano, e sem causar o fim do mundo”, ironiza Yeomans. Outro temor seria a colisão da Terra com um folclórico planeta apelidado de “Nibiru” ou “Planeta X”, que estaria vindo em direção ao nosso planeta. Yeomans nota que um famoso Ufólogo chamada Nancy Leider, que diz estar em contato com alienígenas da estrela Zeta Reticuli, primeiro afirmou que o Nibiru causaria um desastre catastrófico em Maio de 2003, e depois mudou a previsão para 21 de dezembro de 2012. “Não há evidência alguma de que Nibiru exista”, diz Yeomans. “Rumores de que talvez o planeta esteja escondido atrás do Sol são infundados, pois ‘tal planeta’ não poderia se esconder atrás do astro para sempre. Nós já o teríamos encontrado”. Os crentes em Nibiru rebatem essa critica acusando os astrônomos da Nasa de estarem envolvidos em uma conspiração para encobrir o caso a fim de evitar o pânico nas populações. Mas Yeomans ridiculariza esta afirmação dizendo que “não há nenhuma maneira da agência manter os astrônomos do mundo inteiro em silencio”.

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Alinhamento planetário

Há também quem afirme que os efeitos gravitacionais dos planetas alinhados uns com os outros vão afetar a Terra de alguma forma em 2012. O problema é que não há nenhum alinhamento planetário em 2012. E mesmo que houvesse, isto não causaria problemas. Segundo Yeomans, os únicos corpos que causam influencias gravitacionais significativos na Terra são o Sol e a Lua – efeitos como as marés, por exemplo. “Os efeitos gravitacionais exercidos por outros corpos são desprezíveis, e temos sofrido essa ‘ameaça’ durante milhões de anos sem problemas”, ironiza o astrônomo.

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Tempestades solares

Outro medo sobre 2012 diz respeito as tempestades solares: correntes de partículas energéticas causadas por explosões no Sol. Estes eventos acontecem em ciclos de 11 anos. Quando atingem a Terra, criam auroras e podem causar danos a satélites e linhas de energia, mas “não é nada que cause danos permanentes”, diz Yeomans. Há registros de que uma super tempestade solar atingiu a Terra em 1859. Apesar de causar poucos danos na época, há temores de que uma tempestade similar cause danos muito maiores agora que nosso mundo é mais dependente de aparelhos eletrônicos. Ainda assim, “não há evidências de que uma tempestade dessas irá acontecer em 21 de dezembro de 2012”, destaca Yeomans. “É impossível prever a atividade solar com tanta antecedência e exatidão, e mesmo uma tempestade extremamente forte dificilmente causaria o apocalipse”.

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Dança dos pólos

A Terra tem dois tipos de pólos: os geográficos, que marcam o eixo de rotação do planeta, e os magnéticos, que são associados ao campo magnético do planeta e fazem a bússola apontar sempre para o norte. “Alguns temem que um ou ambos os pólos vão inverter em 2012. No entanto, os pólos geográficos não podem se inverter porque a Lua estabiliza a rotação do nosso planeta” afirma Yeomans. Os pólos magnéticos, por sua vez, se invertem de vez em quando, mas numa escala de tempo muito longa – cerca de 500 mil anos. “Esta mudança não é súbita, pelo contrario, ocorre gradualmente ao longo de milhares de anos, e não há nenhuma evidencia de uma reviravolta em 21 de dezembro de 2012”, ressalta Yeomans. “Mesmo que houvesse, não causaria nenhum problema, a não ser termos que mudar o ponteiro da bússola de norte para o sul”, brinca. Yeoman observa ainda que pessoas inteligentes podem acreditar em coisas estranhas por ‘N’ motivos. “Por exemplo, dados reais são muitas vezes confundidos com pseudociência, enquanto evidencias informais e argumentos passionais vinculados na internet e na televisão são encarados como verdade e se confundem com a realidade”. Para finalizar, o astrônomo da Nasa manda um aviso para seus colegas: “Nós [cientistas] temos que fazer um trabalho melhor para educar as pessoas sobre a Ciência e evitar que esse tipo de ‘teoria da conspiração’ impregne a sociedade”.

FONTE: WWW.SPACE.COM

 MATÉRIA PUBLICADA EM  http://tecnologia.br.msn.com  16 DE DEZEMBRO DE 2011

Despertando o seu potencial interior

A leitura da borra de café como oráculo de previsão e terapêutico, nos ajuda através da análise dos símbolos a nos prepararmos para o futuro. É uma ferramenta de auto-conhecimento já que, na visualização do conjunto de imagens da borra, podemos entender o que está acontecendo em níveis psíquico, físico, emocional e espiritual.

Com uma análise detalhada da simbologia podemos resgatar características da nossa personalidade que eventualmente e, por causa de uma situação determinada, não estão sendo colocadas pelo EU INTERIOR à disposição da consciência.

As imagens formadas pela borra de café fazem parte de seu inconsciente individual. É o SEU UNIVERSO desenhado por um produto da natureza, o grão de café, que passou por uma determinada circunstância e transformou-se, assim como você.

Podemos ver o futuro numa xícara de café? Sim, claro!

Mas, de que serviria apresentar o futuro sem capacitar-nos para enfrentá-lo e vivê-lo? Seria como enviar alguém a uma viagem sem mapa e sem destino. Hoje também é o futuro.

O aluno aprenderá: diferentes formas de leitura e interpretação; conhecimento simbológico desde vários pontos de vista; história e origem do café; preparo do café turco; o sistema Ayslaam de leitura (criado e desenvolvido por Mirta Herrera Camerini); Jung e a estrutura do EU, os símbolos atuando no inconsciente; simbologia e modernidade; símbolos de animais desde o ponto de vista da cultura indígena;e interação com outros oráculos. Todos este ítens fazem parte dos vários temas abordados no curso.

Faça como o grão de café: transforme a sua vida em um aroma agradável e esteja presente na sua própria vida, assim como o café: todos os dias….

 

Cursos grupais:

Valor do curso:R$ 280,00 mensal

Duração 2 meses, 3hs cada aula. Uma aula por semana.

Local:  Moema e Granja Viana

Maiores informações pelo telefone: (011) 7453 0068

Mirta Herrera Camerini (Zulma Ayslaam)

Terapeuta holistica   CRTH-BR: 0361

Curso credenciado pela ABRATH (Associação Brasileira de terapeutas Holisticos)

Apostila, CD com imagens e Certificado com selo da ABRATH (RDA: registro digital de autenticidade)

TV OlhosdeHorus: www.livestream.com/olhosdehorus



VIVENCIA / VIAGEM À CAMPOS DE JORDÃO COM HELENA GERENSTADT NOS DIAS 20 À 22 DE MAIO PERCORRENDO O LABIRINTO DE AMANTIKIR

O labirinto é uma fonte de energia, que pode colaborar com o “fluxo energético” daquele que medita no caminho. É uma figura da geometria sagrada, que concentra um tipo de energia perceptível. O círculo foi considerado a representação da totalidade; a espiral, uma imagem de transformação e crescimento, e o labirinto, um caminho de meditação. Aristóteles sustentava que a alma humana pensa em imagens e a geometria sagrada comparte esse conceito, para isso precisamos entender que o Universo está constituído por uma energia em contínuo estado de transformação.

Nesta vivencia é justamente sentirmos esse fluxo energético, através do “fio de Ariadne”, que será o nosso grande aprendizado. Quantos medos temos que enfrentar ao depararmos com um labirinto? Será que conseguiremos chegar ao centro? Nesta vivencia, teremos várias oportunidades de trocas, de aprendizados, de experiencias, que são únicas, mas quando o labirinto se desfaz, vira um caminho reto.

Detalhes e maiores informações:

- Saída dia 20 às 19.00 horas de São Paulo em micro onibus até Campos de Jordão.

- Estadia na Pousada Constellation Lounge, incluído café da manhã, chá da tarde e sopa no jantar – www.constellationlogde.com.br

- Visita dia 21 ao Jardim de Amantikir para a Vivencia do Labirinto (incluído micro onibus e entradas) – www.amantikir.com.br

- Período da tarde com opção de visita ao centro da cidade, ou vivencias com Helena Gerenstadt com O Jogo da Oca (à combinar com o grupo).

- Dia 22, café da manhã, trocas, partilhas, mandalas, e após almoço, retorno à São Paulo às 14.00 horas

Valores: R$ 560, 00, preço por pessoa em acomodação dupla.

Formada de pagamento: 3 x sem juros

Maiores Informações: Venice Turismo – renata@veniceturismo.com.br – tel: 3062.4499

Ao  conquistar o centro, compreendemos a jornada.

Tudo que é divino é labiríntico, cíclico. E aquele que consegue finalizar sua jornada adentra em um caminho de conhecimento e de vitória espiritual.

 

 

O labirinto de grama do Parque Amantikir Garden, um termo indígena que originou a palavra Mantiqueira, berço das águas ou a serra que chora. Conheça ao final desta mensagem a lenda do povo Tupi que inspirou este belo projeto que reúne jardins exuberantes e 680 espécies de plantas apresentadas com capricho e criatividade em 22 espaços que primam pela sustentabilidade e diversidade.

É nesse ambiente, em máximo contato com a natureza, onde Gaia nos recebe revestida de beleza ímpar e transbordante de amor, que  vivenciaremos uma grande viagem rumo ao nosso centro – nosso centro de amor, nosso centro de poder, à nossa essência, onde estão todas as respostas, toda compreensão da jornada maior, chamada Vida!

Quantos medos temos que enfrentar ao depararmos com um labirinto? Será que conseguiremos chegar ao centro? E o que há no centro, afinal? E mais: que perigos, desafios, obstáculos nos esperam em cada curva dessa jornada?

“Ao homem não basta ser um indivíduo separado; além da parcialidade de sua vida individual, anseia por uma plenitude que sente e tenta alcançar, uma plenitude de vida que lhe é fraudada pela individualidade e todas as suas limitações; uma plenitude na direção da qual se orienta quando busca um mundo mais compreensível e mais justo, um mundo que tenha significação”, afirmou Ernest Fischer.

 

Assim, sentimos que ao percorrer o labirinto, vivenciamos instantes de interiorização, o que nos permite, se nos abrimos, acessar nossa essência e, através dessa conexão, é possível também resignificar aspectos e ocorrências passadas e atuais… passando a vida a limpo.

 

E passar a vida a limpo faz com que tenhamos que nos encontrar em algum momento conosco mesmos….com nossos medos, vícios, defeitos, e aí, só através deste aprendizado, de guardar o ego para iniciar uma nova etapa, é que conquistamos uma nova conexáo (que também é espiralada)…então, finalmente, abrimos espaço para o novo, para começar de uma nova forma, transformados, com um nivel mais elevado de compreensão. Ah! Labirinto… magnifíca ferramenta que os sábios nos deixaram!

“sempre me lembrarei da experiência em Chartres… Chegando… o local ficando vazio para o grupo, todos sem sapatos (apesar do frio), sentindo a segunda dimensão, a mãe terra, Gaia, como os antigos peregrinos, e ao caminhar, como um pêndulo nos levando ao centro, acessar a uma dimensão mais cósmica, de mais amor, de perfeição… e simplesmente sentir as palavras: tá tudo certo…” Helena  Gerenstadt

 

HELENA GERENSTADT é terapeuta holística, tendo publicado vários livros, como: Avalon e o Graal e outros Mistérios Arturianos da Editora Madras, Cuidados Naturais para a Beleza e a Saúde da Editora Best Sellers e o mais recente, lançado na Bienal de 2010, O Jogo Iniciático da Oca, o Labirinto, além de escrever matérias para diversas revistas.

Viajante, percorreu países buscando vivências e conhecimentos sobre a condição humana. Em 1991, foi residir em Israel e posteriormente em Espanha, iniciando seus estudos de História.Sentindo a importância de muitos personagens da grande simbologia inserida na História, questionou-se em como fazer a conexão com o Todo. A partir deste questionamento, iniciou sua Busca, por meio de muitas pesquisas, estudos e leituras; percebeu, então, que esse caminho não tinha volta. Desde então mergulhou nos estudos do Cristianismo Primitivo, dos essênios, dos egípcios, das lendas do Rei Arthur e do Santo Graal, e na mitologia dos símbolos templários.Durante os últimos sete anos, pesquisou e estudou labirintos, especialmente sobre o Jogo da Oca, repleto de símbolos medievais, simbolizando a caminhada do peregrino. A experiência adquirida em estudos e cursos, deu-lhe embasamento prático para enriquecer seus cursos e  palestras

 

 

 

 

“As pessoas viajam para admirar a altura das montanhas, as imensas ondas dos mares, o longo percurso dos rios, o vasto domínio do oceano, o movimento circular das estrelas, e no entanto elas passam por si mesmas sem se admirarem.” Santo Agostinho

 

 

EGITO LIVRE, UMA VEZ MAIS ESCREVE COM FORÇA AS PÁGINAS DA HISTÓRIA!!

Con poderosas palabras de elogio a la revolución egipcia como “un triunfo de la dignidad humana”, Barack Obama saludó ayer ese movimiento y lo puso como ejemplo, para Oriente Próximo y para todo el mundo, de lo que un pueblo es capaz de conseguir no por la violencia, sino “por la fuerza moral”. Ahora, dijo el presidente de Estados Unidos, es preciso que el Ejército conduzca “una transición creíble” que concluya en “elecciones libres y justas” y “en una verdadera democracia”

Obama mencionó algunas de las tareas que los militares egipcios, ahora con el control del país, tienen que hacer para satisfacer las aspiraciones del pueblo. Entre otras, “preservar la unidad” de la nación y “poner sobre la mesa de negociación todas las voces” de oposición que se han escuchado en estos últimos días.

Días hay por delante en los que la Administración norteamericana irá concretando estas condiciones y moldeando las características de la transición. Estados Unidos ha sido durante tres décadas un estrecho aliado de Egipto y, tal como dijo Obama, “pretende seguir siendo un aliado en el futuro”. “Egipto tendrá que tener una posición responsable en el mundo”, en alusión a sus relaciones con Israel, y tendrá que “ofrecer oportunidades a su población”, en referencia a la necesidad de acabar con la corrupción. Todo eso reclamó Obama en esta primera intervención desde la caída de Mubarak. Pero el momento histórico de la ocasión -”pocas veces tenemos la oportunidad de vivir la historia en directo, esta es una de ellas”, dijo el presidente- exigían que el hombre que pronunció hace año y medio, precisamente en El Cairo, a pocos metros de donde el pueblo exteriorizaba ayer su júbilo democrático, el célebre discurso dirigido al mundo árabe, fuera capaz de interpretar este acontecimiento desde una óptica más ambiciosa.

“Los egipcios han cambiado su país y al hacerlo han cambiado el mundo”, afirmó. Comparando su revolución con Gandhi y el derribo del muro de Berlín, Obama dijo que el movimiento conducido por ese pueblo ha constituido una lección de cómo luchar por la justicia, no con bombas, no con el terrorismo, sino con el arma de la razón.

“Cristianos y musulmanes juntos, los egipcios han demostrado que no nos definimos por aquello que nos separa sino por aquello que nos une como parte de la raza humana”, manifestó, casi repitiendo sus palabras de 2009. Es seguro que esta revolución no está motivada por aquel discurso, pero es probable también que no habría triunfado si Obama no hubiera intentado ser consecuente con aquellas palabras. La influencia de EE UU sobre el Ejército egipcio, al que instruye y mantiene, es demasiada como para que, al margen de cualquier declaración oficial, no pueda intervenir en sus decisiones más trascendentales. Obama tiene ahora la oportunidad de usar esa influencia de una manera positiva y ayer prometió hacerlo. “Estados Unidos prestará la ayuda que sea necesaria y que se nos solicite para conseguir una verdadera transición a la democracia”.

Egipto la va a necesitar. “Este no es el final, este es el principio de esa transición”, advirtió Obama. “Días difíciles habrá por delante”, recordó. Entre esas dificultades, aparte de las lógicas y gigantescas de montar un sistema democrático sobre las cenizas de una dictadura corrupta y desgastada, está también la de que los intereses norteamericanos no se vean perjudicados como consecuencia de esta aventura.

Los elogios y las bendiciones de ayer pueden convertirse en críticas y castigos si el nuevo Egipto se convierte, activa o pasivamente, en un aliado de los enemigos de Estados Unidos en la región. La paz con Israel, la seguridad del canal de Suez y el freno al extremismo violento son prioridades que la Administración norteamericana va a defender por encima de cualquier otra consideración.

No hay razones por ahora para pensar que el movimiento triunfante en Egipto pueda amenazar esos intereses, pero es evidente que se abre un periodo de incertidumbre en el que el control que hoy tiene el Ejército puede ser quebrantado incluso desde dentro de sus filas.

Estados Unidos parece, de momento, afrontar la situación con optimismo, con la esperanza de que, ahora sí, no en Irak, existe una oportunidad de democracia en el mundo árabe y que la democracia puede dar la estabilidad que no han dado tantas y tan diversas dictaduras a lo largo de los años. Por eso apostó ayer Obama, al pedir que el cambio iniciado sea “irreversible”. “Egipto nunca volverá a ser el mismo”, aseguró. No hubo una sola palabra de reconocimiento para Mubarak, aparte de recoger el hecho puntual de que “al dimitir, ha respondido al hambre de cambio de su pueblo”. En septiembre pasado, Mubarak comparecía en el mismo lugar de la Casa Blanca en el que ayer habló Obama como un sólido aliado. Ayer estaba en el cesto de la basura de la historia.

As mulheres na praza Tahrir

Los grandes hombres de Egipto como Zaad Zaghloul, Talaat Harb o Ibrahim Pasha tienen una calle en el centro de El Cairo. También una mujer. Hoda Shaarawi fue la primera que se quitó el velo en público y la fundadora del Sindicato de Mujeres. Además, estuvo profundamente involucrada en política, sentó muchas de las bases del feminismo árabe y fue un modelo para el movimiento de liberación de la mujer.

A pesar de que en los últimos días los hombres egipcios han sido protagonistas de la lucha por la democracia, en ella no han faltado los rostros femeninos. Muchas han dormido en la plaza de Tahir o de la Liberación.

Sally tiene 45 años y es abogada independiente. Después de 12 días de protestas, ayer decidió por fin unirse a los manifestantes. “Tenía miedo pero no podía quedarme en casa y decidí venir para lograr que cambien las cosas. Ahora no podemos quedarnos en casa. Uno no puede esperar que los demás alcancen las metas que deseas para ti”, afirma. A pesar de que la mujer egipcia logró plenos derechos políticos desde la firma de la Constitución, en 1955, el entorno sociocultural (también religioso), no ha favorecido que puedan ejercer esos derechos en plenitud. Solo hace nueve meses que las juezas egipcias lograron acceder a los puestos del Consejo de Estado. Algunos de los argumentos que se emplearon en su contra fueron, entre otros, que “son demasiado emotivas” y “frágiles”. Algunos llegaron a manifestar incluso su preocupación sobre quién cuidaría de sus familias.

Aún es pronto para saber el papel que ellas jugarán en una posible transición pero es innegable que su presencia en las calles ha ido en aumento y que no pierden de vista que esta puede ser también una oportunidad para mejorar su posición. “Quiero un mejor nivel educativo, buena comida, un país limpio. Quiero que Egipto esté entre los primeros países del mundo y no a la cola absolutamente en todo”, reclama Esraa Wahed, una estudiante de 18 años, mientras su madre la mira con admiración y su padre corrige su inglés apresurado.

En el medio de la plaza de Tahrir, Mahdeya Mahmud Mohamed, envuelta en ropas oscuras y con la piel curtida por los años y el trabajo, genera a su alrededor un grupo en aumento de oyentes que asienten y la alientan. Según cuenta, es la primera vez que alguien le presta atención a lo que tiene que decir. Se agarra con fuerza a una mano cercana y habla sin apenas respirar: “El pueblo ya está cansado, porque nuestro presidente se ha tragado nuestro dinero. Vivimos en Dueka, en un lugar pobre en el que los escorpiones y las serpientes nos comen. Mientras tanto, él nos roba para construir casas a los ricos. Se las dio y nos dejó bajo la lluvia mientras tratábamos de encontrar nuestro pan. No tenemos para comer, ni para beber. Tengo sesenta años y tres hijos y vivimos todos en un pequeño cuarto mientras ellos están ahí, en sus edificios nuevos. Los puedo ver desde mi casa. Son solo para los que tienen dinero, los que no, como yo, que cobro al mes 120 libras, no podemos ir al cementerio”.

Materia de Nuria Tesón para o jornal espanhol El Pais

www.elpais.com

Publicado hoje, 6 de fevereiro de 2011

Consequencias da Revolução no Egito: arqueologia espanhola paralizada

El pasado sábado 29 por la noche, cuando patrullas de ciudanos de Luxor, armadas con palos, salían a la calle a defender el patrimonio artístico de la ciudad egipcia, el equipo del arqueólogo español José Manuel Galán decidió hacer las maletas. Este año, el grupo, del Consejo Superior de Investigaciones Científica (CSIC), había llegado a primeros de enero con ilusión renovada: cumplían 10 años de excavación en la tumba de Djehuty, un alto funcionario de la reina Hatshepsut, hace 3.500 años, y en la de su colega Hery, muerto unos 50 años antes. Ante la inseguridad generada por el levantamiento popular, optaron por adelantar sus vuelta casi a mitad de la campaña.

Galán, que ya está en Madrid, reconoce que Luxor ha sido esta semana “como una burbuja” de tranquilidad. “Sólo el sábado hubo tensión, y se quemaron dos comisarías, pero el resto del tiempo no ha habido follones. Unos descontrolados intentaron entrar en el Templo de Karnak y fueron frenados”, afirma el arqueólogo.

Como su equipo, otros belgas, suizos y algunos norteamericanos también han echado el cierre, aunque otros continúan excavando, al margen de lo que se cuece a su alrededor. “Nosotros lo hablamos y decidimos volver porque es una responsabilidad cuando se tiene gente a tu cargo, algunos estudiantes. ¿Y si se cierra el espacio aéreo? Los trabajadores egipcios querían que nos quedáramos, porque viven de las excavaciones, y para nosotros ha sido duro renunciar”, reconocía Galán.

No es difícil imaginarlo. Tras 15 días de limpieza del yacimiento, ahora empezaba “lo bueno. Habían llegado a la parte con más potencial”, que tendrá que esperar al año que viene. “Al menos entraremos directamente”, se consuelan los investigadores, que tan solo puedieron asomar la nariz a un pozo funerario a la entrada de la Tumba de Hery, que acababan de limpiar de escombros.

Un esfuerzo de inversión

Organizar una campaña para casi 20 personas de España, más 80 egipcios, supone 70.000 euros de inversión, así que el CSIC no puede plantearse volver este año si el ambiente político se tranquiliza, algo que tampoco sucede.

A falta de sorpresas arqueológicas, los arqueólogos han vuelto con la sensación de que los egipcios van a cortar el paso a los vándalos: “Fue increíble la masa humana que protegió el Museo Nacional de El Cairo y las tumbas del Valle de los Reyes. Era el pueblo en defensa de su patrimonio”, relataba el investigador aún desde el aeropuerto de Luxor.

Del país del Nilo, se trajo en la retina las imágenes de las momias descabezadas y los objetos de la tumba de Tutankamón destrozados en el Museo el pasado viernes 28; y también el saqueo del museo de Saqqara o el ataque al depósito de piezas antiguas del Museo de Qantara, en Ismailia, cerca de Suez.

A la arqueóloga sevillana Myriam Seco, directora del proyecto hispano-egipcio en el templo de Tutmosis III, también en Luxor, la revolución le ha pillado en El Cairo, donde vive, cuando estaba a punto de irse al sur para excavar con un equipo alemán en la tumba de Amenofis III.

‘Todo esto puede paralizar la arqueología

Myriam terminó los trabajos con su propio equipo en diciembre. “La gente reclama cambios, y esperemos que sean pacíficos. Todo esto puede paralizar la arqueología, de la que vive aquí mucha gente, lo mismo que pasa con el turismo”. Estas declaraciones las hacía Myriam tan sólo horas antes de que las calles cariotas se convirtieran en campo de batalla, y de nuevo el Museo Nacional se viera amenazado por cócteles molotov lanzados por los vándalos.

Desde España, los responsables de otros dos de los cuatro grandes proyectos españoles en Egipto se mantienen a la espera. Una de ellas es Carmen Pérez Die, directora de las excavaciones en Heracleópolis Magna desde 1984, que tenía pensado salir el sábado 29 para El Cairo. De momento, ha aplazado el viaje a marzo.

Desde su despacho, en el Museo Arqueológico Nacional, la desazón mantiene inquieta a Pérez Die. “Es muy doloroso pensar que unos cuantos pueden dañar monumentos que son de toda la Humanidad. Nuestro almacén está en el oasis de El Fayum, no lejos de la cárcel de donde han salido todos los delicuentes. Estamos muy preocupados por lo que pueda pasar”.

Por lo pronto, ya se ha comunicado con los colegas de los principales museos del mundo para estar alerta sobre una posible venta de piezas robadas en los próximo meses.

Quizás el menos sorprendido por lo que acaede en el país del Nilo sea Francisco Martín Valentín, del Instituto de Estudios del Antiguo Egipto. En 2009, comenzó a excavar la tumba del visir Huy, en Luxor, de donde volvió en diciembre. “Ya entonces había subido hasta un 40% la comida, nos olíamos que algo iba a pasar. Nuestro yacimiento, que es de 1.000 metros cuadrados, nos dicen que está como lo dejamos”.

Si otros colegas no se aventuran a hacer pronósticos, Martín Valentín es menos comedido: “Estoy convencido de que la máquina no se parará; los monumentos son prioritarios para los egipcios”, asegura.

La sorpresa, en su caso, ha sido que Hosni Mubarak nombrara en su nuevo gobierno, al máximo responsable de las Antigüedades egipcias, Zahi Hawass, como Ministro. Hasta ahora, ni una piedra se ha movido en Egipto sin el consentimiento de un personaje que ha dado la vuelta en mundo para recuperar piezas expoliadas por los colonizadores. “Hawass llevaba años queriendo un ministerio, y se lo dan en el peor momento. Aún así, es una figura con entidad propia, que ha hecho una gran labor en defensa del patrimonio”, apunta el egiptólogo.

En el fondo, el temor último es que en el tumultuoso Egipto de estos días triunfen los radicales islamistas. “Entonces sí que cambiará el panorama. A ellos la arqueología no les interesa nada. No hay más que recordar lo que pasó en Bamiyán [Afganitán, 2001]“, cuando los talibanes derribaron los budas. Un recuerdo aciago el de Martín Valentín.

Matéria de Rosa M. Tristan publicada no jornal El Mundo, de Espanha, dia 5 de fevereiro de 2011

Jornal: www.elmundo.es

 

 

 

Lamentável ataque ao Museu do Cairo

Objetos de la tumba de Tutankamón, uno de los conjuntos más asombrosos y valiosos del patrimonio cultural de la humanidad, resultó afectada por el ataque al Museo Egipcio de El Cairo el pasado viernes . Una vitrina de las salas del primer piso donde se exhibe el contenido de la famosa tumba del joven rey fue abierta a golpes y su contenido roto y arrojado al suelo. Entre los objetos dañados figura una estatuilla de madera de Tutankamón encaramado a lomos de un leopardo negro. Zahi Hawass, responsable de antigüedades de Egipto, ha afirmado que las piezas podrán ser restauradas.

Los asaltantes que consiguieron introducirse en el museo, muy pocos, diez, según Hawass, a través de las escaleras de incendios en la parte posterior, recorrieron las salas de la primera planta rompiendo vitrinas y desbaratando vandálicamente su contenido en su frustración por no encontrar oro y joyas. Un conjunto de tropas de madera pintada de lanceros egipcios fue atacado y varias figuras acabaron en el suelo. También rompieron uno de los preciosos modelos de naves y un conjunto de vasos canopos, para guardar las vísceras del difunto. Hay que recordar que el museo exhibe solo una ínfima y seleccionadísima parte de su fondo de cerca de dos millones de objetos: cualquier pieza en exposición es de valor incalculable y su significado histórico es esencial. Hawass ha explicado que se han destrozado hasta 13 vitrinas de la galería dedicada a la Baja Época y las piezas de dentro acabaron en al suelo.

Lo alarmente es que Hawass no haya dicho nada de las dos momias decapitadas y tronchadas. Es difícil identificarlas en la foto realizada por AP. En las imágenes tomadas por la televisión Al-Jazzera puede verse el ataúd de Tuya, la suegra de Amenofis III, y en el suelo el armazón de cartón dorado que la cubría. El equipo funerario y las momias de Tuya y su marido Yuya -cuyo hallazgo en la tumba KV 46 del Valle de los Reyes, es uno de los más importantes de la egiptología-, es uno de los grandes tesoros del museo. Si las momias destruidas son las de Tuya y Yuya la pérdida es terrible: eran los abuelos de Akenatón (décimo faraón de la dinastía XVIII de Egipto).

Los energúmenos que irrumpieron en el museo continuaron su salvaje visita subiendo las escaleras al primer piso en busca del oro y las joyas que no lograban hallar. Trataron de robar collares de fayenza pero el grueso cristal se les resistió. En las salas de Tutankamón no pudieron acceder al tesoro. Los asaltantes lo intentaron sin éxito en la número 3 (con un cierre propio), donde se guardan las piezas de oro más valiosas -los sarcófagos, la máscara y la joyería-, pero recorrieron las demás. Parece un milagro que se limitaran a destrozar una vitrina, lo que ha dejado claro que los atacantes no eran especialistas. Cualquier objeto de los que se exponen procedentes de la tumba de Tutankamón alcanzaría un precio exorbitante en el mercado de antigüedades así que no se entiende que los arrojaran al suelo en vez de metérselos en los bolsillos. Seguramente los asaltantes no llegaron a más debido a las prisas, el miedo y el hecho de que se les opusiera gente en el interior del museo -tres miembros de la policía turística que lo custodia no pudieron abandonarlo a causa del toque de queda y trataron de defender las colecciones, según ha contado el mismo Hawass, que ha asegurado también que lograron salvar los tesoros de Tutankamón-.

Otra circunstancia, risible si no fuera por lo dramático del asunto, que preservó las antigüedades fue que parte de la gente que irrumpió en la zona del museo desde la plaza Tahrir por el jardín se dedicó a saquear la tienda de recuerdos creyendo que ya estaba en el interior del propio museo. La falta de cultura preserva a veces la cultura. El propio Hawass acudió por la mañana y relató que entonces todavía había un asaltante dentro. El que al parecer han nombrado nuevo ministro de Cultura subrayó en su testimonio que los maleantes fueron una minoría y recordó que el pueblo egipcio “está pidiendo libertad, no destrucción”. Una frase curiosa para un afamado representante gubernamental.

Los asaltos patrimoniales no se limitaron al Museo Egipcio. Los hubo en los almacenes de Abusir y, sin confirmar, en Saqqara. En un centro del Sinaí donde se guardan objetos de museo de Port Said, denuncia Hawass, un grupo numeroso armado con pistolas y dotado de un camión entró en los almacenes, abrió las cajas y se llevó objetos. Otros grupos trataron de entrar en el Museo Copto, el Museo de la Joyería Real -cuyos empleados habían escondido las valiosas colecciones-, el Museo Nacional de Alejandría y el Museo del Palacio Manial, antigua residencia de Mohamed Alí.

Fonte: Diario El Pais, España

www.elpais.com

Foto: acervo do site do Dr Zahi Hawass

www.drhawass.com