Piramides: o misterio da vitalidade esta na agua….

O mistério da vitalidade está na água

Ao concebermos que a água contém uma determinada tensão superficial, poderemos prever sua qualidade regenerativa, estática e até mesmo, degenerativa para com o sistema vital. A tensão superficial é a qualidade interativa que forma uma espécie de película exterior no elemento. Existe uma tensão superficial para o Mercúrio, para a água com sabão, para a água “normal” e para todos os fluidos. Esta tensão é o resultado da agremiação molecular com o conjunto das leis gravitacionais e de impacto magnético ambiental. A penetração, a qualidade de absorção do elemento, está diretamente relacionada com o valor de sua tensão superficial. A qualidade tensional da superfície, quando muito magnetizada, a torna mais dura aos efeitos naturais da pressão e temperatura, e com isto, as moléculas orgânicas tem dificuldade em interagir no metabolismo. Como água “pesada” podemos qualificar dois tipos. Existe a água “pesada” originada a partir da adição de sais, a qual forma uma película exterior e existe a água com deutério, ou seja, com peso atômico gerado por uma molécula dupla de hidrogênio inseparável. O hidrogênio, habitualmente unitário, forma uma espécie de novo elemento, com dupla polaridade associativa. No caso, a qualidade dos valores para com os parâmetros gravitacionais sofre grandes transformações. Esta qualidade de água existe em uma parcela de 6 partes de água “normal” para 1 parcela de água “dura”, ou constituída por deutério. Cientificamente, a água dura, atomicamente falando, é admitida como instituída por uma molécula dupla de hidrogênio ligada ao oxigênio. Este elemento se chama deutério. A água comum é a associação de dois átomos separados de hidrogênio com uma molécula de oxigênio. Esta água dura, concentrando um maior número de íons tensionais, pode favorecer aos casos de câncer, muito embora o câncer nada tenha a ver com a água em sí. O câncer é uma conseqüência de uma aceleração iônica da célula onde o fator reprodutivo da mesma sofre mutação. A regra geral é a de que todas as águas são iguais, mas, a proporção de seis para um pode estar variando em distintos pontos de coleta no planeta. Além do padrão de associação molecular, devemos levar em conta como o equilíbrio iônico, relativo às interações magnéticas da terra, se relacionam com as águas. Este fato pode interferir no equilíbrio iônico de toda a vida em desenvolvimento. Mas, para nós, quando vemos água, pensamos “todas as águas são iguais”.

Existe uma qualidade de água mais interativa com o processo vital: A água com redução tensional tem a capacidade de interagir melhor e favorece ao pleno desenvolvimento do chamado magnetismo vital.

A tensão superficial da água é um fato que tem pequenas oscilações e costuma não ser um dado estável. No ambiente esta interação costuma se colocar ao nível de pressão ambiental padrão. A modificação só ocorre em situações específicas. A qualidade de água com baixa resistência tensional é comumente chamada de “água energizada”. A tensão superficial natural é diminuída, e assim, o oxigênio e seus desdobramentos magnéticos podem passar mais livremente.

A vida e a água são inseparáveis. Todos os mistérios do desenvolvimento físico estão inseridos com esta associação molecular. A água é o nosso primeiro aliado material e, certamente, um dos mais enigmáticos segredos de nossa longevidade.

Estes são cristais de “água energizada”. Imagine como seriam os cristais de água energizada pela Pirâmide. Esta seria uma experiência e tanto!

Pirâmides: Um grande segredo dos tempos

Conhecendo estes atributos, imaginamos como seria difícil criarmos os campos de vácuo para a ocorrência destas alterações em nível controlado. Mas tal não sucede. A tecnologia destes princípios já foi alvo de estudos há milênios. Os povos da antigüidade estavam guarnecidos do conhecimento de muitas das interferências magnéticas. Eles deduziram procedimentos de angariar uma aceleração na relação molecular da água com os seres vivos. O mais notável exemplo desta natureza nos parece ter sido criado no Egito antigo.

A grande pirâmide, orientada na direção magnética polar, e possivelmente estabelecida no padrão geomagnético dos cruzamentos telúricos das ondas geopatogênicas da época, contém os atributos de um verdadeiro condensador magnético terrestre. Como temos acesso às suas dimensões, podemos construir uma pirâmide doméstica, capz de energizar a nossa água.

Oriente sua pirâmi8de, com o uso de uma bússola.
Construa uma pirâmide de até 2 m de altura, com menos de R$ 30-

É simples:

Crie um quadrado no chão, orientado norte -sul, leste oeste (magnético).

(pode usar suportes, como parafusos ou presilhas de latão, e, a partir deles, estenda um fio 14 de enrolamento de motores.

Deina a altura, pela dimensão da base.

No centro da pirâmide, no teto, fixe um parafuso ou presilha.
Desça um fio, barbante ou outro, em forma de laço, para apoiar as arestas.

As arestas passam pelo meio deste laço.

Defina o tamanho das arestas, pela altura e base.

Agora, prenda as arestas em diagonal (Ne-Sw, Se – Nw).

A pirâmide é feita em 3 partes:

base, aresta Ne-Sw e aresta Se-Nw.

Ela é vasada.

Ou seja, ´feita com fio metálico. Use fio de cobre esmaltado, para enrolamento de motores. Faça as medidas, o mais exato q conseguir.

Experimente colocar uma fruta, banana por exemplo, e verifique se ela apodrece. Se não apodrecer, mas virar “banana passa”, você possui uma boa pirâmide.

Uma experiência:

Minha pirâmide foi construída (há uns 15 anos atrás) em um quarto onde o subsolo apresentava tungstênio e água poluída subterrânea. Percebendo o fato, tomei a decisão de mudá-los, para a minha saúde e dos meus familiares.

A pirâmide neutralizou estes efeitos.

Utilizamos a pirâmide por muitos anos. Energizamos água, retiramos impurezas de alimenos… e o mais importante, “recebemos” o que buscávamos.

Ao meditar sobre uma réplica de pirâmide, corretamente alinhada, perceberemos novas qualidades em nosso ser. Poderemos sentir uma sutil aceleração neural, ao ponto de nos descobrirmos muito mais inteligentes do que pudéssemos supor. O alinhamento é fundamental, use uma bússola aferida. O tempo todavia, será variável. O despertar interior é um fato único para cada ser. Não raro, poderes ocultos sobre a saúde orgânica começarão a acontecer. Imagens do sentido da vida nos acordam para a nossa verdadeira missão neste planeta. A manifestação magnética nos transmite muitas das chaves de sabedoria do Universo.

Energize sua água:

A eletricidade percorre todo o planeta. Não existe limitação geográfica para desfrutar de seus poderes. Considerando que desejemos energizar a nossa água, precisaremos alinhá-la com o padrão magnético “ideal”. Para tanto, deveremos ter um tamanho mínimo. Embora existam pirâmides de todos os tipos e tamanhos, procure fazer a sua pirâmide ser maior do que 2,37 cm na base. Isto significará uma altura a partir de 1,50 m. O material ideal da construção, para gerar vida, é o de procedência calcárea. Mas o efeito sobre a água é mais intenso se fizermos uma réplica com fios de ouro e em segunda instância, o cobre. A eletricidade ioniza o cobre com muita intensidade. Os melhores são os revestidos, aqueles usados no enrolamento de motores. !4 ou 16 são os melhores. Evite o naylon. Evite sustentar com fio metálico(teto).

Efeitos imediatos, atenção:

Acontecem coisas estranhas quando fazemos isto. O deslocamento magnético vai se realizar pelas arestas. A pirâmide age pela eletricidade em suas arestas. Como todo elemento magnético, é preciso cuidados com os prós e contras. Na face norte, a pirâmide cria uma espécie de vento magnético de sucção. Aparelhos eletrônicos sofrerão danos. Gravadores, por exemplo, ficarão magnetizados se colocados em um raio de compatível à base. Na face sul, o efeito é inverso. Existe uma descarga magnética. Neste caso, é preferível não permanecer. Na porção sudeste a onda magnética é cancerígena. No interior da pirâmide existe uma manifestação poderosamente curativa no primeiro terço, na face norte. O melhor local para meditar é próximo ao centro, um pouco para o lado do oeste magnético. Evite deitar com a cabeça para o lado sul. Neste quadrante existe uma sucção magnética natural. O efeito é o de acentuada desmineralização do organismo.

Dormindo na Pirâmide (cobre, vazada):

É possível dormir dentro da pirâmide, mas existem riscos. O efeito será pronunciado nos primeiros sete dias, quando você vai se deparar em um grande aeroporto ou terminal cósmico. Sua existência irá ver o que lhe sucede. Neste átrio poderão ser ouvidas as palavras mágicas de sua missão. Parecerá um sonho, mas é muito mais do que isto. Ë uma espécie de realidade dimensional paralela. Neste primeiro tempo, caso deseje realizar a experiência, não durma na pirâmide no dia de sua variação de bio ritmo. Especialmente no caso dos biorritmos físico e emocional, podem ocorrer sintomas desagradáveis. Beba água antes e depois de usar a pirâmide. Em caso de longa permanência, ingira complementos vitamínicos e minerais. Se vier a se sentir estranho, ande descalço, dê um tempo para o organismo “digerir” a eletricidade cósmica recebida. Com a aceleração elétrica, seu organismo vai gastar os elementos internos, e você vai precisar de reposição. Os alimentos tradicionais muitas vezes não suprem a grande perda de minerais que este ressonador exerce no organismo.

Capacidade da Pirâmide:

Uma pirâmide com 150 cm. de altura poderá rebaixar a tensão superficial de 2 litros de água em cerca de 12 a 16 horas.

Finalizando esta questão, gostaria de lhe dizer que o rebaixamento se comporta de maneira instável no ambiente. Assim, após o momento da redução tensional, a água voltará a ter sua tensão padrão em um período variável de 24 a 72 horas. Portanto, não é possível armazenar a água de baixa tensão superficial por longos períodos, exceto em um reservatório magnético apropriado ou no local de sua geração. Caso você venha a visitar a algum dos lugares sagrados citados, saiba que o momento é mais importante do que a seqüência. O vórtice magnético não permanece na água transportada porque a tensão ambiental coloca a água em harmonia vibracional “normal”. A água de baixa densidade é um produto instável, ela vai buscar agregados para novamente estabilizar a sua tensão nominal padrão. Ë preciso permanecer próximo ao gerador para ter esta qualidade de água, que podemos chamar de água vital. Este fato explica mais um dos mistérios da grande pirâmide…

No subsolo da mesma existia uma grande cisterna, justamente para armazenar esta qualidade de água. Os magos egípcios consumiam “água energizada”.

publicado originalmente em 2008 em http://numerosdopoder.ning.com

Muito obrigada ao Sr Luis Felipe Klein, por autorizar a colocação deste maravilhoso texto.

Mirta Herrera Camerini

Leitura da borra de café na Alternativa Saúde da GNT globo sat

Patricya Travassos conversa com o professor Darcy Lima, que há 15 anos estuda os efeitos do café sobre o corpo. Já Cynthia Howlett foi descobrir os segredos da “cafeomancia”, técnica para desvendar o futuro pela borra do café.

Image010

Entrevista feita pela Cynthia á Mirta Herrera Camerini sobre leitura da borra de café.

 

Quarta às 21:30

Horário Alternativo:
Quarta às 05:30; Sexta às 13:30; Sábado às 13:00; Sábado às 22:30; Domingo às 08:00; Domingo às 15:00;

 

Para quem não pode assistir por TV a cabo, veja pela internet.

 

http://gnt.globo.com/Alternativa–Saude/index.html

A Arte de negociar segundo a tradição árabe

 

xícara de café aberta por Mirta Herrera Camerini

xícara de café aberta por Mirta Herrera Camerini

Consultando uma borra de café, fiquei surpresa com uma imagem que chamou muito minha atenção: um homem barbado de túnica, nariz proeminente. A primeira associação devo reconhecer, foi com a figura de Ossama Bin Laden. Foi muito forte a sensação de que meu consulente estaria vivenciando um momento de terror, se sentindo aterrorizado por questões relacionadas á finanças (isto devido á imagem estar na região do dinheiro) Realmente, conversando com ele, me relatou estar extremamente abalado por um problema seriíssimo com bancos e até se sentindo ameaçado.

A leitura da borra de café tem por finalidade mostrar um caminho, assim como todo oráculo.

Lembrei naquela hora de um texto que tinha lido há um tempo atrás: A arte de negociar árabe, escrito por Jorge Sabongi de Khan el Kalili, casa de chã egípcia, em São Paulo. Comecei a falar com meu consulente recomendando-lhe negociar, assim como os árabes:

“O dinheiro, sua forma de adquiri-lo e constituir fortuna com ele, vem de séculos. Nômades por natureza, o povo árabe desenvolveu como ninguém a arte da negociação. E o mais engraçado: passa de pai para filho, quase que inconscientemente. Hoje percebo que minha mãe, quando eu era pequeno, fazia negócios em suas compras, com verdadeiro sangue árabe, herdado de meus avós. Eu, menino, só observava: suas palavras, sua forma sutil para demover um vendedor e de remover o valor da mercadoria ao preço que ela realmente desejava pagar ou que valia. E o engraçado é que ela me explicava porque estava fazendo a transação daquela forma. No seu jeito mais singelo, ela estava passando para mim, um tino comercial que duraria por toda minha existência.

O árabe em si, não é um chato fazendo negócios: é um artista. Para ele, é um grande prazer falar, gesticular, comentar, contar uma história antiga, profetizar uma sentença de sabedoria, tudo num clima envolvente e cativante. Ao piscar seus olhos, você acha que fez o melhor negócio do mundo… e ele idem. 

Quando encontram alguém que também faz o mesmo tipo de jogo (prazer na pechincha, relutância em adquirir um bem se não tiver melhores condições, e principalmente expor as qualidades com exuberância do bem em questão, para valoriza-lo ao máximo), aí estão realmente fazendo o que mais gostam.  Achar alguém do mesmo naipe é o auge comercial para eles.

 Está no sangue: Bara você querido, este breço, melhor breço. Eu só faz isso borque é brá você….Eu não tá ganiando nada com isso, só quer ver você contente.” (experimente colocar a entonação exata, e você dará boas risadas). E sem pressa nenhuma de encerrar a negociação, por aí vai, horas se for necessário. Por fim, um café árabe é servido com cardamomo, é claro, e risadas são trocadas, numa amizade que parece de anos de convívio.

Depois que um árabe faz negócio com você, ele realmente inicia uma amizade que poderá durar para a vida inteira.  Antes, será sempre um estranho, sisudo, fechado.  Portanto, não estranhe. 

Um lembrete: nunca diga que ele está lhe roubando no preço. Prefira falar assim: “Você ganha pouquinho, eu ganho pouquinho, e nós, fazemos negócio”. Pronto… esta é a linguagem.”

(agradeço a Jorge, a gentileza me permitindo utilizar o seu texto)

Texto de Jorge Sabongi

Khan el Kalili

Casa de Chã Egípcia e café árabe

R. Dr. José de Queirós Aranha, 320 – Vila Mariana
Fones: 11 5575-6647 – 5571-3209 – 5571-3295 – 5549-7989

Provérbio árabe: “é importante rezar para que camelo não fuja, mas não se esqueça de amarrá-lo”.

Assim, diariamente, encontramos na leitura da borra de café muitas imagens simbólicas, que certamente irão nos ajudar (e também aos nossos consulentes), a realizar algo muito importante no cotidiano de cada ser humano: a magia da autotransformação. Porque? Muitas vezes estamos enxergando só um lado da moeda, sofremos… Por isso é muito importante ante uma questão ameaçadora, por exemplo, ver por todos os lados, para assim melhorar não só a situação como o nosso interior.

Mirta Herrera Camerini (Zulma Ayslaam)

Professora de leitura da Borra de Café

www.olhosdehorus.com.br

 

Novo curso começando dia 24 de agosto as 17hs na Primordial Saúde.

Tel: (011) 4702 6724

O Mês de maio e a mitologia

 

maia_deusa_grega2511816456_21950e48c8

Na tradição celta, o nome do mês era MAI, e a antiga designação para o dia das maias era Beltane. Celebrava-se a fertilidade da natureza (vegetal, animal e humana) fazendo fogueiras que tinham propriedades curativas e onde as bruxas buscavam proteção saltando nuas sobre as suas chamas.
Na mitologia grega, MAIA, mãe do deus Hermes deu origem ao nome deste mês. Maia, também chamada de MAIUS pelos romanos, era a deusa do calor vital, da sexualidade e do crescimento. Maia na mitologia grega era uma das sete irmãs que, fugindo do gigante Orion, se transformaram na constelação das Plêiades.Era uma ninfa. Com Zeus teve Hermes, o belo mensageiro dos Deuses. A Maia era consagrado o dia 15 de maio. Na tradição romana, Maia talvez seja outra, diferente dessa ninfa da Arcádia, a que personificava o despertar da natureza na primavera e que viria a se transformar na mentora de Mercúrio.Ela é deusa da fecundidade, e da projeção da energia vital. Maia era à ninfa que personificava os lugares frios. Também neste mês comemora-se DIANA, a deusa da Lua e da vida selvagem, e as PARCAS, deusas do destino.
Neste mês, em homenagem a deusa Maia (deusa do fogo que regia o calor vital e a sexualidade), era permitida uma certa liberdade sexual. Posteriormente, na igreja católica esta data foi dedicada à Maria, a rainha do céu e, em lugar dos rituais sexuais da fertilidade, declarou-se maio o mês dos casamentos.
Neste mês, na mitologia eslava, celebrava-se a deusa VILLA (a que muda de forma), era a detentora dos segredos da cura com plantas e ervas. Se alguém queria ser por ela guiada, deveria ir bem cedo a uma floresta fazer um círculo com galhos de bétula, oferecer-lhe uma ferradura e cabelos da crina de uma égua, imitando o relinchar da égua e batendo com o pé direito sobre a ferradura. O suplicante podia chamar a Deusa Villa e, quando ela aparecesse, saudá-la como Grande Irmã e pedir-lhe iniciação dos segredos das ervas.

Não podemos deixar de mencionar a Maya deusa indiana que representa a ilusão em todas as suas manifestações. Era considerada o principio feminino no qual o mundo foi gerado.

 

Sugestões para o mês de maio:

Neste mês de maio rememore os antigos rituais da união sagrada, das polaridades (o casamento da deusa e do deus). Dedique este mês a buscar a sua harmonia pessoal, conciliando seus opostos, aparando as arestas. Uma data muito especial em maio é o dia 26, comemora-se a deusa Fortuna (deusa romana), senhora do destino dos homens, detentora da energia vital. É o dia propício para reverenciar os espíritos e as deusas da água. Procure um local onde haja água: fonte, rio, mar, cachoeira, lago. Sente-se confortavelmente perto desta e contemple a superfície da água, até atingir um profundo estado de relaxamento. Aí você se conecta com os espíritos da água agradecendo, ofertando-lhes flores, perfumes e moedas.

 Texto de Jussara Topolski

Leyenda del mate

leyenda-del-mate

 

Los guaraníes cuentan que la luna, Yacy, paseaba desde siempre por los cielos nocturnos, observando curiosa los bosques, las lagunas, el río y los esteros desde lo alto. Cada día contemplaba su belleza como una niña que está conociendo el mundo por primera vez.

Sin embargo, a sus oídos fueron llegando los relatos de quienes habían visitado el mundo y que le iban contando de la vida de los animales, de la belleza de las flores, del canto de los grillos, el piar de las aves, del sonido del río… y la luna fue tornándose cada vez más curiosa y con deseos de visitar la tierra.

Así que un día se decidió y, junto con Araí, la nube, fue a pedirle autorización a Kuaray, el Sol, para que las dejase bajar un día a la tierra para así poder contemplar de cerca las bellezas del mundo. El dios Sol se mostró reacio a dejarlas partir, pero por fin cedió y las dejó marchar. Sólo les impuso una condición: en la tierra serían vulnerables a los peligros de la selva como cualquier humano, aunque también serían invisibles para estos.

Luego las dejó partir.

Fue así como la luna, Yacy, llegó un día a la tierra. Y junto con Araí fueron visitando los lugares que veían desde las alturas, maravillándose a cada paso. Observaron de cerca como las arañas tejían sus redes, sintieron el frío del agua del río, tocaron la tierra roja con sus manos.

Tan absortas en su mundo estaban ambas diosas que no se percataron de la acechanza de un yaguareté que las seguía de cerca. El felino estaba hambriento y quería comer, por lo que en un momento largo el zarpazo para atrapar a las mujeres.

En el momento justo cuando estaba por alcanzarlas, el animal fue alcanzado por una flecha lanzada por un joven cazador guaraní, que justo pasaba por el lugar, y que sin saberlo, salvó la vida de las diosas.
El joven cansado por la búsqueda, pero feliz por su conquista, decidió descansar al pie de un árbol, antes de regresar a la tribu. Y entonces se durmió.

Y en sus sueños fue visitado por las diosas que, vestidas de blanco, le hablaron con cariño. Yacy le dijo que como símbolo de gratitud, cuando llegue a su tribu, encontrará un arbusto a la entrada que nunca antes había visto. Le dijo como hacer con sus hojas para preparar una infusión que uniría a las personas de todas las tribus, como símbolo de hermandad y de confraternidad.

Cuando se despertó y volvió con su gente, el joven cazador vio el arbusto a la entrada del campamento y siguiendo las instrucciones que la diosa le dio en sueños, el muchacho buscó una calabaza hueca, picó las hojas del arbusto, las puso dentro y llenó el cuenco con agua. Luego, con una pequeña caña tomó la bebida.

Inmediatamente compartió la infusión con la gente de la tribu que observaban curiosos el trabajo del cazador. La calabaza fue pasando de mano en mano, y todos fueron tomando la infusión.

Así nació el mate que une a las personas, que es un símbolo de paz y confraternidad. Y que fue un regalo de la luna a los hombres para que compartan vivencias, para que fomenten su amistad, o para que disfruten un silencio compartido.

 Texto publicado por  http://sobreleyendas.com/category/mitologia/mitologia-argentina/

Atendimentos e cursos

Oráculos

 

Mirta Herrera Camerini

Atendimentos com hora marcada.

(011) 4702 6724

(011) 7453 0068                

Em cada atendimento vibrações numerológicas do nome completo, mapeamento astrológico com Tarot Egípcio, mensagens ciganas, mensagem rúnica e ou leitura da borra do café.

 

Atendimentos e curso

 

image003

 

   Tarot Egípcio: Mapeamento Completo na mandala astrológica

 

 

 

Atendimentos e curso

image0031 Runas: Mapeamento completo e lançamento das Runas para vidas passadas

                                       

                               

 

 

Atendimentos e curso

image007Baralho Petit Lê Normand- Baralho Cigano:Método Tradicional Cigano- Mensagens

 

 

 

 

 

Atendimentos e curso

image010Leitura da Borra do Café-Cafeomancia:Café “ A La Turca”

 

 

 

 

Atendimentos

image011Eneagrama com o Tarot Egipcío (Mapeamento completo com vidas passadas)

 

 

 

 

 

Atendimentos

image013 Numerologia Pessoal e Empresarial-Mapeamento Completo-Sinastria Entre Sócios.

 

 

 

 

 

 

 

CURSOS:

 

Tarot Egipcio

 

Runas

 

Leitura da borra de café-cafeomancia

 

Locais:

Vila madalena

Moema

Vila Mariana

Higienópolis

 

 

Encontram no Sinai quatro templos faraônicos de mais de 4.000 anos

imagen-del-templo

 

Ampliação da foto do texto publicado pelo jornal El mundo da Espanha. Ver texto no blog.

Novo Curso de leitura da borra de café Mês de Maio de 2009

Venha Descobrir os Mistérios que guarda uma xícara de Café

Curso de leitura da borra do café

Cafeomancia: a transformação a traves da borra do café

 image0011

  • -Historia e lendas do café, importância da cultura do café no mundo.
  • -O café turco: preparação, consagração da xícara.
  • -Simbologia: o que é simbolismo, importância da simbologia desde os primórdios ate os dias atuais.
  • -Divisão da xícara de café: passado, presente e futuro.
  • -Os quatro elementos e sua relação com a xícara de café
  • -Relação dos quatro elementos e as casas astrológicas. A xícara de café e a Mandala Astrológica
  • -Identificação dos pontos na xícara de café
  • -Simbologia geral: objetos, figuras, números, letras, símbolos rúnicos, corpo humano, figuras geométricas entre outros. Figuras de animais: interpretação e conselho desde o ponto de vista de diferentes mitologias e da cultura indígena.
  • -O despertar da intuição, desbloqueio de formas pensamento com a xícara de café.
  • -A finalização do curso será um momento especial onde degustaremos especialidades árabes e teremos a participação de uma dançarina do ventre.
  • -Apostila, CD com exemplos de figuras formadas pela borra do café e certificado.

Curso ministrado por: Mirta Herrera Camerini (Zulma Ayslaam)

Duração: 2 Meses, 1 aula semanal

Valor do Curso: R$ 154,00 mensais

Informações :

Primordial Saúde -Moema:(011) 5051 1356

Atmam espaço Vivencial-Vila Mariana (011) 5572 2660

Portal de Saint Germain-Vila Madalena:(011) 3868 3808

Faça a sua inscrição!!

Observação: Culinária árabe e apresentação de Dança já incluída no valor do Curso

Encontram no Sinai quatro templos faraônicos de mais de 4.000 anos

imagen-del-templo1

 

 

 

Efe | El Cairo

Atualizado terça feira 21/04/2009 14:24 horas

Os arqueólogos egípcios descobriram quatro templos faraônicos com as suas muralhas, que datam do Império Novo (1539-1075 a.C.) e do Primeiro Período Intermédio (2125-1975 a.C.), na península do Sinai, ao nordeste do Egito.

O ministro da Cultura egípcio, Faruk Hosni, anunciou num comunicado que os templos foram encontrados nas regiões de Qantara Sharq, a quatro kilómetros ao este do canal de Suez, e Zaro, que foi na antiguidade ponto de partida do Exercito para proteger a fronteira este do país.

 

Um dos templos encontrados é o maior que já foi achado no Sinai ate o momento, foi construído com pedra caliça e mede 80 metros por 70. O templo, que contêm quatro salas com 34 bases de colunas, tem inscrições de distintos faraós como Tutmosis II e Ramsés II, o que demonstra a importância do local durante as dinastias XVIII e XIV dp Império Novo.

Além do mais, os desenhos nas paredes do templo, considerado um centro religioso importante na entrada este do Egito, ainda mantém suas cores vivas, acrescentou-se.

 

O templo está rodeado, também, por 26 almacens, que datam da época dos reis Seti I, Ramsés II e Seti II (1315-1215 a. C), e que estão localizados numa antiga estrada militar, que chamaba-se Horus e que unia Egito a Palestina.

 

O chefe da missão arqueológica que encontrou os templos, Mohamed Abdel Maqsud, confirmou que estes almacens abrem as portas á novos segredos da historia do Sinai, já que contem dezenas de inscrições e selos reais que mostram a riqueza da construção egípcia na antiguidade.

Pela sua importância, os muros que levam estas inscrições serão trasladados aos museus egípcios, afirmou Maqsud.

 

Ao redor do templo apareceram, também, quinze torres de vigilância, de vinte metros de altura, que, segundo o perito em arqueologia, são outra evidência da experiência militar dos faraós.

  Noticia publicada 21 de abril de 2009 no jornal espanhol

El mundo

Museo do Cairo

O Museu Egípcio do Cairo é um dos mais fantásticos museus no mundo inteiro. É um grande edifício onde se exibem os tesouros da História egípcia antiga, dando-nos as evidéncias da maravilhosa capacidade mental e habilidade artística do Homem egípcio antigo. De verdade, antes da chegada da Campanha Françesa, liderada pelo celebre general Napoleão Bonaparte, ao Egipto, em 1798, a História Antiga do Egipto ficou por séculos quase desconhecida e cheia de muita confusão e ambiguidade. A Expedição Françesa trouxe mais de 165 eruditos e cientistas em todas as especialidades para estudarem todos os aspectos da vida egípcia; a geografia, zoologia, geologia, história, religião, tradições, leis etc. Aqueles cientistas mostraram grande vontade e entusiasmo em estudar todo o egípcio, sobretudo a História e os monumentos antigos. Sem dúvida, o encanto e a grandeza de tais monumentos atrairam muitos deles a percorrer quase todas as regiões do território egípcio sobretudo no Alto-Egipto. Os monumentos egípcios antigos foram o maior campo de estudo e pesquisa para alguns desses historiadores e eruditos. Uns anos depois, surgiu o trabalho do historiador e pintor francês Vivian Dinon que andou encantado pelas maravilhas egípcias sobretudo no Alto-Egipto, e enfim o seu trabalho resultou num livro valioso intitulado “Viagens para o Baixo e Alto-Egipto ” publicado em Páris em 1803. Também graças a outros eruditos franceses que vieram com a Expedição Françesa que realizaram uma grande obra que compreende todos os aspectos da vida no Egipto do seculo XVIII, publicando o livro famoso intitulado ,“Descripcione del’ Egypte” que contem nove vólumes de investigações e onze de pinturas e ilustrações. Uns anos mais tarde, um episódio histórico normal, orientou a uma grande descoberta ; o deciframento dos segredos da História Egípcia Antiga. O achamento de uma pedra preta conhecida como “A pedra de Rosetta ” resultou, logo, no deciframento da Língua Egípcia Antiga, um acontecimento critical na História da humanidade, e assim as escrituras gravadas nas paredes dos templos e os túmulos nos forneceram grandes dados sobre a história, civilização, e religiãoe arte no antigo Egipto.

No século XIX iniciou-se aparecer em Europa em geral e na França em particular uma nova ciência chamada de “Egiptologia” o que levou a um fervor entre os estudiosos de Europa. E no entanto, historiadores, arqueólogos, aventureiros e migratórios e caçadores de tesouros vieram para o Egipto encantados pela sua história e cultura, começaram a escavar em sítios diferentes do território, e obviamente uns deles careciam da honestidade científica necessária, por isso havia roubos de monumentos e obejectos e por imediato surgiu um grande mercado de Antiquidades Egípcias na Europa, e simultaneamente havia naquela altura do século XIX uma desconsciéncia do valor verdadeiro dos monumentos do património por parte dos egípcios nativos. Nem o governo nem o povo sabia o valor auténtico desses obejectos achados e antiguidades maravilhosas. Por tanto havia uma tolerância acompanahda por ignorância. E como não havia controlo sobre este sector cultural as antiguidades e os obejectos egípcios eram sujeitos ao roubo, tráfico, contrabando e, desleixo descuidado por quase 50 anos até os finais do reinado do governador Mohamad Ali ( 1805-1849), o pionero da modernização do Egipto, quem mandou conservar os monumentos e obejectos descobertos num edifício dentro da cidadela de Saladino no Cairo, proíbindo o tráfico dos monumentos fora do país. Graças a Mariette Pacha (1821-1881) o precurso egiptólogo francês quem estabeleceu o Serviço das Antiguidades Egípcias pela primeira vez. Em 1857 Mariette fundou o primeiro museu verdadeiro no bairro de “Bulaq” no Cairo. Foi, de facto, um pequeno edifício que constava de quatro quartos em que se expuseram os objectos e antiquidades egípcias acahadas. Logo, esse museu foi mal afectado pela cheia do rio Nilo, por isso os objectos foram transferidos a um anexo de um palácio real do gevernador egípcio Ismael pacha na cidade de Guiza.

O actual Museu Egípcio do Cairo foi um fruto de grandes esforços e boa vontade para conservar o partimónio egípcio antigo. Anunciou-se um concurso internacional entre as empresas europeias no final do século XIX para construir um museu, e ganhou o concurso uma empresa de Bélgica, por isso o desenho da fachada do museu, infelizmente, não é egípcio, mas foi decorado segundo o estilo Greco-romano. o desenho do museu foi realizado pelo arquitecto francês Marcel Dourgnon segundo o modelo neoclássico. Em 1897 as obras de construção começaram e terminaram em 1901, mas apenas a 15 de novembro de 1902 o museu foi inaugurado oficialmente durante o reinado do governador do Egipto Abass Helmi (1892-1914).

O Museu Egípcio situa-se actualmente na praça doTahrir (centro da cidade do Cairo) perto da margem oriental do rio Nilo (o corniche). É um edifício imenso de cor encarnada com um pátio externo vasto. O museu tem uma cafeteria e umas livrarias que vendem prendas, postais, slides, mapas, guias e livros de história e arte egípcia.

No pátio do museo, em frente do portal interno há três bandeiras, a primeira é a Bandeira Nacional, a segunda representa o Ministério de Cultura, e a terceira pertence ao Supremo Conselho das Antiguidades Egípcias. Lá, na parte superior da fachada se inscreve duas datas, a primeira é 1897, que se refere à data do início das obras de construção, enquanto a segunda é 1901, indica o fim das obras, porém o museu foi inaugurado em 1902. Há também duas letras iniciais ao lado direito e ao aldo esquerdo do nome do governador que reinava o Egipto de 1892 a 1914 , são as letras “A” e “H” que indicam sucessivamente o nome de Abbas Helmi.

No centro da fachada encontra-se a cabeça da deusa importantíssima segundo as crenças egípcias antigas, a deusa Hathor (Ht-Hr) que foi considerada uma das mais famosas e antigas deusas egípcias. Era a deusa quem amamentou o deus Hórus quando era bebê durante a ausência da sua mãe Isis segundo os acontecimenetos da lenda de Osíris. Hathor era a deusa de amor, alegria, música e maternidade. Era figurada fundamentalmente em três formas; a primeira como uma vaca inteiramente, a segunda numa forma híprida com corpo de mulher e cabeça de vaca, e a terceira forma é uma mulher mas com dois chifres de vaca em cima da cabeça e o disco solar entre eles. Na fachada, encontra-se a cabeça de Hathor, está representada com cara de mulher, dois cornos com o disco solar. Aos dois lados, à direita e à esquerda há uma representção da deusa celebre Isis, a esposa de Osíris, e mãe de Hórus. Isis foi uma das divinidades fundamentais que desempenhou um grande papel na Teologia Egípcia Antiga. Isis foi a deusa da maternidade, fidelidade, e magia. Aqui Isis está figurada numa forma Greco-romana e não egípcia tradicional devido ao estilo da sua peruca e também o seu vestido com nó que é romano. Salem disso, a fachada foi decorada segundo o estilo Greco-romano devido à existência de duas colunas ionícas, pois este tipo de colunas apenas apareceu na Época Greco-romana. Afinal se encontram uns nomes de reis egípcios antigos escritos dentro de medalhões.

No jardím do museu, uns monumentos estão espalhados aqui e ali, a maioria deles data do período do Novo Reino ( 1570-1080 a. C aprox.). Ao oeste extremo do pátio encontra-se um cenotáfio, ou um túmulo simbólico construído em homenagem da memória da figura celebre, o egiptólogo francês Mariette Pasha, quem nasceu em 1821 e faleceu em 1881. É, de facto, um cenotáfio de mármore, comemorando esta figura celebre quem lhe surgiu a ideia da fundção do museu que abriga e exibe os objectos achados. Ele desejou estar sepultado neste lugar, mesmo parece que o cenotáfio é apenas simbólico. O cenotáfio está rodeado de bustos de uns egiptólogos famosos como Champollião, Mariette, Selim Hassan, Labibi Habashi, Kamal Selim etc.

No centro do pátio encontra-se uma fonte cheia de duas espécies de plantas; o Papiro e o lótus. O papiro era o símbolo do Baixo-Egipto ( O norte ), enquanto o lótus era o símbolo do Alto-Egipto ( O sul ). O papiro encontra-se nos pântanos da região do Delta no norte do Egipto. É uma planta que precisa de grande quantidade de água e mede quase 2 m. de altura. No Egipto Antigo os papiros eram usados para fazer papel para escrever, sandálias, e barcas etc. Enquanto o lótus se encontrava no sul do país, e havia duas especies; o lótus azul e o lotús branco durante a Época Egípcia Antiga. Sabemos também que os romanos introduziram uma terceira espécie da Ásia. A flor de Lótus foi o símbolo da ressurreição, e além do papiro, o Lótus deu inspiração aos arquitectos antigos para decorar as colunas e capitéis.

Na realidade, o Museo Egípcio do Cairo é um dos mais enormes museus em todo o mundo em termos de cantidade de objectos expostos e aqueles que ainda estão depositadas, pois – de acordo com uma estimativa, o museu possui cerca de 120,000 objectos expostos, enquanto há mais de 100,000 obejectos conservados nos armazens. A exibição dos objectos é organizada em dois andares segundo uma ordem cronológica, correpondendo com a direcção do relógio, inicindo-se a partir do Período Predinástico, logo, a Época Arcaica, passando pelo Antigo Reino, o Médio Reino, o Novo Reino, o Período Tardio e termina pelo início da Época Grega no Egipto. O segundo andar é dedicado, fundamentalmente, para exibir a colecção de Tutankhamón, os objectos do túmulo do casal Yoya e Tuya e a Sala das Múmias. Aos dois lados diante da entrada do museu há duas esfinges que dão ao visitante uma impressão especial como se estiver entrando um templo egípcio.

Informações do site www.descobriregito.com/museo-egipcio.html

Site com muitas informações sobre o Egito.

Vale a pena conferir.

Mirta Herrera Camerini