Deusa Maat, e a pena da justiça e da verdade

Deusa Maat“Vive de maneira tal que teu coração nunca pese mais que a pena da justiça e da verdade”

No Antigo Egito, se acreditava no julgamento da pessoa que morria.
Por tanto ante o Deus THOT o coração era pesado: de um lado na balança o coração, de outro lado uma pena, que era a pena da justiça e da verdade.
Se o coração pessase mais, a pessoa não poderia viver na outra vida, e ficaria perdida. Eles acreditavam que existia outra vida igual (melhor)onde se disfrutaria dos pertences de esta vida.
Os pertences de cada pessoa, eram colocados nos sarcófagos, junto com um papiro que relatava a vida do individuo. Isto possibilitou o conhecimento da vida e dos costumes no Antigo Egipto, sobre tudo nos hallazgos tão importantes da tumba de Tutankhamon.
Para ver os tesouros de Tutankhamon, entre na minha página
www.olhosdehorus.com.br
e clique no escaravelho que diz Tutankhamon tesures.

Cuando coloquei como inicio a sentencia da Deusa Maat, pensei o seguinte:
cada um de nós, é responsável por nossos atos, e cada um de nós, deve julgar a suas atitudes tendo a humildade de pedir perdão e de se perdoar, de começar tudo de novo, de aprender com as dificuldades, e a diferença do Antiguo Egito, nada levaremos conosco para o além, seja ele cual for.
Nosso espiritu deve evoluir, e cabe a nós, fazer o melhor, por nós mesmos ante todo.

Por isso, antes de julgar a qualquer um, pensemos.
E também, não sejamos tão duros muitas vezes con nós mesmos.
Estamos aqui para aprender.

Omm Seti- A Fantástica História de Dorothy Eady

Omm SetiReencarnação

A historia de Dorothy Eady chamou profundamente minha atenção.
Ela vivia em Inglaterra, tinha mas o menos 4 anos, quando caiu e bateu a cabeça fortemente. Esteve em coma, pensaram que iria a morrer. Mas ela sobreviveu e ficou como se nada tivesse acontecido.
A não ser pelo fato de falar para os seus pais que queria voltar para casa.
Um dia Dorothy visitou um dos museos de londres,o British Museum junto com seus pais e como toda criança se comportou como tal, até chegar ao setor egipcio do museo. Simplismente ela ficou parada observando. Especialmente enfrente a mumia do Farô Seti I. Ela não queria ir embora, dizia para seus pais que ese era o seu povo, e que queria ficar lá.
Os seu pais para agradá-la compraram uma enciclopedia para crianças, e um dia vendo o Templo de Seti, em Abidos, a menina falou: “esta é minha casa, por que esta todo destruido, cadê o jardim?” O pai dela, explicou que não tinha jardis naquela época, já que o templo não está na beira do rio.
Muitos anos se pasaram e Dorothy começou a trabalhar no British Museum e conseguiu ser indicada para uma pesquiça no Egito.
Tinha mas o menos 29 anos, se radicou no egito, casou e teve um filho a quem deu o nome de Seti.
Carinhosamente foi chamada de Om Seti( mãe de Seti)
Ela insistia que no templo havia um jardim e também uma biblioteca.
Tempo depois a arqueóloga acompanho as escavações feitas no local, e para surpresa de muitos alí havia um jardim e logo depois encontraram a biblioteca.
Em entrevista dada pela propria Om Seti dada ao jornalista Jonathan Cott, autor de sua biografia, relatou ter sido na outra vida uma sacerdotiza, feito votos de permanecer virgem, mas se apixonou pelo Faraô Seti I com quem se encontrava no templo, as escondidas. Ela engravidou, e por medo á punição e julgamento das sacerdotizas, e para não falar o nome do Faraô, ela se suicidou.
Segundo ela, Seti teria falado que teriam um encontro no momento certo.
E relatou que desde os 14 anos, sonhava e sentia a presença do Faraô.

Já em Abidos, ela fez a promesa de não ser tocada por homem nenhum, para poder reparar o erro da outra vida.
Seti teria falado que assim que se juntassem no mundo dos mortos, desposaria ela e ficariam juntos para sempre.
Estes e outros relatos, estão registrados no diario de Omm Seti, que ainda não foi seriamente examinado.
A historia de Omm Seti, não seria tal vez acreditável, a não ser pela riqueza de detalhes que ajudaram arqueólogos a realizar achados inexplicaveis, sobre tudo o da biblioteca, já que naquela época era segredo o local das bibliotecas.
Graças as indicações de Omm Seti, egiptólogos e arqueólogos chegaram a conclussão que os templos possuiam um sistema de irrigação avanzado, que possibilitavam o mantenimento de suntuosos jardins mesmo no meio do deserto.
A historia de Dorothy Eady, é realmente fascinante.
como alguém pode ter uma memoria tão rica de um passado tão distante?
como alguém pode receber mensagens de um morto há mais de 300 anos?
A historia de Omm Seti impresiona até os mais céticos.
Ela morreu em 1981.
Historia realmente para pensar.
Aqui, minha homenagem a Omm Seti e o seu amado faraô Seti I, pai de um dos Faraôs que fizeram do Antigo Egito essa grandiosa civilização: Ramsses II.

livro recomendado

Recomendo o livro A noviçia e o Faraô- a extraordinaria história de Omm seti, de Herminio Miranda, editora Lachâtre.
Vale a pena ler, saber, aprender, pensar, conhecer.

Agradecimento especial á Sra Alejandra Rajoy de Buenos Aires-Argentina por que graças a ela, conhecí esta fascinante historia.

Mirta Herrera Camerini

Festividades de agradecimento pelas enchentes.

Deus HapiMais o menos nos inicios do mês de junho, o Rio Nilo começava a seu regime de cheias.
Isto significava que todo o vale, iria ficar inundado.
Os egipcios festejavam a chegada do Deus Hapy, um ser andrógino, com barriga proeminente e seios caidos, carregando uma ou duas bandejas com flores de lótus: representação do Alto e Baixo Egito para alguns autores, e para outros os dois Nilos: o branco e o azul.
Danças, oferendas, cánticos…. tudo em agradecimento as enchentes.
Ocorre que com esse regime de cheias, o Nilo proporcionava a fertilidade do vale, e isto garantiría depois uma boa colheita.
Hoje em dia, o sistema de irrigação e controle de enchentes, é feito a través da Represa de Assuã, construção muito controvertida que começou em 1899 e finalmente após serios conflictos, foi definitivamente terminada em 1960.

Pensamento:
muitas vezes, cada um de nós, esquece de agradecer todos os dias por cada conquista.
Seja cual for, mas nossa, conseguida.
Seja muito ou seja pouco o que temos, mas também nosso, batalhado, conseguido.
E muitas vezes ( ou a maioria das vezes) em meio dos grandes desafios, surge um ser extranho, forte, corajoso que nos surpreende: nós mesmos e a capacidade maravilhosa que o ser humano tem, que é de asombrarse, até de si mesmo.
Por isso, não esqueçamos de agradecer e temos muito ainda que aprender.

 Vale também lembrar que no final de outubro mais o menos quando o Nilo voltava a seu nível normal, a civilização do Antigo Egito, também celebravam os misterios de Osiris, dedicado a restauração da fertilidade.
Até hoje, do Rio Nilo, prosperam os cultivos de papiro, por tanto por miles e miles de anos muitas pessoas rezaram, pediram e agradeceram pelas enchentes, pelas colheitas, pela prosperidade.

Agradecimento, disso a gente nunca deve esquecer!.

Por isso um especial agradecimento a quem me proporcionou o material necessario para a publicação deste artigo: a Sra Alejandra Rajoy, de Buenos Aires-Argentina, estudiosa da Historia do Antigo Egito.

Seja Bem Vindos!!Bienvenidos.

Mirta Herrera CameriniO caminho percorrido por nossos ancestrais, tem sido estudado com o passo do tempo e tem causado fascinio em diferentes épocas. Em todas elas a magia, o esoterismo, o “além” sempre esteve presente.

Heródoto, Champollión, Napoleón, entre tantos e tantos outros se encantaram com uma cultura simples e ao mesmo tempo complexa; com uma região rica e ao mesmo tempo desértica. Os mitos egipcios, a simbología egipcia, as pirámides,os templos trazem sempre um novo interrogante. As paredes nos falam, as pinturas nos falam, as mumias nos contam suas historias, que certamente jamais se perderam com o tempo, muito pelo contrario, nos remontam a épocas de uma grande civilização, cuja fé constitui a base de nossas proprias crenças, de todo misticismo.

Mitología e história do Egito, Mitología grega, Mitología escandinava, mensagens e pensamentos.

Povo cigano, Madmoisselle Anne Marie Lenormand, Pitágoras e a numerología.

Saber, conhecer, não custa nada. Trocar informações também não.

Enquanto isso, podemos saborear um delicioso café a la turca, para depois poder ler a sua borra. E como dizem os armenios: “Bebe de esta xícara, e deixa que Deus fale nela”  “Toma de esta taza, y que Dios la haga hablar” “Surch tartznel”

As salaam alaikum-la paz sea contigo.

Y sé siempre bienvenido!

Mirta Herrera Camerini